Mostrando postagens com marcador bolivia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bolivia. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Huayna Potosi - Bolivia

Enfim chegou o grande encontro. Huayna Potosi tem 6.088m

Huayna Potosi - foto tirada da internet
Quem curte fazer trilhas e montanhas no Brasil, todo dia sonha em conhecer um nevado/alta montanha. Como será que vou sair, como o organismo vai agir ?? Essas e outras perguntas ficam martelando em nossas cabeças.

E chegou o grande dia :)


Chegamos em La Paz, ficamos praticamente dois dias fazendo passeios lights e ou compras para se adaptar a altitude e não se cansar muito. Procuramos várias agências, ficamos entre 3 e escolhemos uma que nosso amigo Léo, nos indicou e que tinha abrigo próprio (faz diferença). Huayna Tour na Calle Sagarnaga #398, tel. 245-6717, esquina com a Lhampu. Custou cerca de 900 bolivianos para cada, tudo incluso:

- 3 dias
- Van ida e volta
- Roupas e equipamentos
- Dois refúgios
- Almoço nos 3 dias, Jantar em dois e 2 desayunos
- Guias


mapa
Só levamos uma garrafa de 2l de água e bastante chocolate.


The mountain



cemitério
A van chega até o primeiro refúgio. Ele fica ao lado de uma bela lagoa, estava muito frio e neblina. 


1º Refugio
Por dentro você não sente muito, tem várias bandeiras de outros países, a do Brasil, tinha de uma conterrânea de Itatiba (Lísia). Logo já estávamos na mesa almoçando. Sopa de entrada como sempre.



Hora da sopa




Meia hora depois, estávamos todos vestidos para ir para a neve. Com tudo que tem direito, roupas impermeáveis, botas de plastico, piolets e crampons. O tempo não estava dos melhores. Nevasca e chuva.



trekking de aclimatação
E la fomos nós no meio da neblina, da neve... muita emoção. Andamos por quase uma hora até uma parte com bastante neve, ali o guia nos ensinou a andar na neve, usar os piolets e até escalamos uma parede de uns 20m. Cansou eim !?! e o Frio ?


Aprendendo a escalar na neve


Vídeo na trilha:




Até ali eu estava me sentindo bem na altitude. Só o resfriado que tinha me pegado e o nariz vivia "endubido".


Voltamos para o refúgio, trocamos a roupa e ficamos enrolando até o jantar. Ah claro, minha barriga quase fez eu estrear na neve kkkk por sorte deu tempo de chegar seguro.


Dentro do refúgio, ninguém quis tomar banho. Acendemos a lareira (A calefação prometida pela dona da agência não existia) e ficamos na sala.



curtindo a lareira no 1ºrefugio
Anderson, passou bastante frio. Quase desistiu.

O segundo dia seria de boa. Saída programada do refúgio às 13h. Até lá muito tempo para dormir e comer. Faz parte da adaptação.


Segundo dia

Acordamos no segundo dia, era cedo... fizemos o desayuno. O Anderson levantou melhor e voltamos a dormir até a hora da partida.


Saímos logo após o almoço. A caminhada seria de 5h até o refúgio 2, a 5.300m.





Ficamos preocupados com o tempo no segundo dia, os guias tambem. Mas deu tudo certo, o tempo melhorava e piorava... Deu para prosseguir até o segundo refugio. A subida é brava e estávamos andando na neve. Nesse trecho carregamos as cargueiras com saco de dormir, água, a nossa roupa, os piolets, crampons....

O Willian não conseguia baixar os batimentos cardíacos e resolveu voltar para o refugio 1. O Anderson e o francês seguiam bem. O Fabio acompanhava a Vivi que não estava se sentindo bem porcausa da altitude. Eu estava andando devagar, mas bem.





Chegamos no Refugio 2 por volta das 5h da tarde. Ainda era dia. O tempo começou a limpar para alegria de todos. Deu aquela animada. O Refugio 2 é um caixote de alumínio, forrado, pequeno no meio da neve. 



2º refugio

Vídeo no segundo abrigo:




Para nós era um luxo. Tirando a goteira que caia em mim a noite toda. Tomamos um chá e deitamos. Meia noite tínhamos que estar de pé para o ataque ao cume.


A noite quase ninguém conseguiu dormir. quem conseguiu era acordado. Vivi estava passando bem mal.


Acordamos a meia noite. tomamos um mate de coca, arrumamos nossas mochilas de ataque com agua e chocolate. Até colocar toda aquela roupa e equipo, demorou. Saímos era uma da manhã.





Cada par era amarrado em um guia. Eu fui com o Anderson, amarrado no guia Zé Pequeno, como ele dizia (como o filme).


A noite o céu estava estrelado e a neve também... você anda olhando para a trilha, não enxerga os precipícios, só a neve e aquele monte de brilho. Quando olhava para o lado, você pisava fora da trilha, sua perna imediatamente entrava mais de um metro na neve. muito fofa, devido a nevascas dos dias anteriores.


A trilha até o cume leva entre 6 a 8h depende da velocidade. Aliás que velocidade ? Cada metro que voce sobe, sua perna pesa mais e falta mais o ar. O frio que eu senti no El Misti (sem equipo) para mim agora não era problema. Estava confortável, só o folego que faltava as vezes. É só subida.


No caminho encontramos com alguns grupos.


Depois do desfalques do Willian e da Vivi, foi o Fábio que resolveu abortar devido ao frio que estava passando. Eu sei como é, no El Misti meus dedos congelaram, o raciocínio fica lento. Você quer continuar mas o corpo trava.


O Anderson, o Frances que estava em nosso grupo e eu continuamos.


Mais para frente, o caldo começou a engrossar, tive que escalar no gelo. O guia subiu na frente, fez uma ancoragem, e depois seguiu eu e o Anderson. A altura voce nao ve porcausa da escuridão, mas falta um pouco de respiração e a mão congela.


Tudo novidade para mim. Muito legal.


Quando chegou nos 5.800 e pouquinho, perguntei a altitude para o Zé Pequeno (guia) ele me confirmou e falou que faltavam umas 2h ainda para chegar no cume. Eu vi que estava um pouco lento em comparação aos outros grupos que passaram por mim, já tinha batido meu recorde em montanha, curtido tudo aquilo, resolvi voltar. Depois que o sol nasceu, até deu um arrependimento, mas foi um sonho realizado. Faria tudo de novo.





Na volta, mesmo com a roupa, sua espinha gela de ver aquela montanha branca, os precipícios, os paredões, as pegadas... Estava tão besta que perdi meu case da câmera, ele foi rolando lentamente até um mega buraco. sem chances de alcançar. Daqui um 30 anos, quem sabe alguém não ache.


O Anderson e o Francês continuaram.



Anderson no Cume (foto da camera dele)
Cheguei no refugio 2 suando, incrível como o sol bate e esquenta tudo, mesmo na neve. Fiquei do lado de fora apreciando tudo aquilo.




Depois de 3h chegou o Anderson feliz da vida por ter alcançado o cume. Também curti, alias o rosto de todos era felicidades por estar ali. Agora faltava se juntar ao Willian, seguimos até o refugio 1, descida lenta porcausa da neve, das pedras e dos penhascos...


E lá estava o refúgio 1 sem neblina, com aquela lagoa verde esmeralda fantástica. Willian estava de patrão, banho tomado, sozinho... mesa feita.


Comemos mais uma vez., nos preparamos e em seguida estávamos na van de volta para La Paz.


Menção honrosa a todos meus amigos que me ajudaram com uma grana em La Paz, senão teria voltado antes para o Brasil. Valeu de coração :)


Recomendo esse passeio a todos, mesmo aqueles que não estão preparados, ir até o Refúgio 1 e depois andar e escalar na neve, vale a experiência. O cume faz parte, o conjunto e a experiência são maravilhosos :)


FOTOS: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150581044489812.407058.576754811&type=1&l=cda2484bd5


Isla del Sol - Bolivia

Agora só descanso... Chegamos na Isla del Sol.
Minha segunda vez :)




A primeira para quem não lembra: http://raffanocaminho.blogspot.com.br/2010/11/isla-del-sol-bolivia.html


Pegamos o bus em Cusco a noite, sentido Puno. Em Puno trocamos de bus para Copacabana. Ano passado estive na Isla e fiquei muito pouco tempo, dessa vez queria pelo menos passar uma noite.

Ah, se o cara do bus vir com papinho de pagar um boliviano. Não paguem. eu falei que só tinha uma nota de cem. é a propina que a policia cobra dos bus que chegam de Cusco. Um não é nada, mas 44 são e fora quantos onibus fazem isso.

Chegando em Copacabana, procurei o hostel do ano passado. Compramos nossos tickets para a Isla (Lado Sul), passagens para La Paz e o dono do hostel, deixou nossas mochilas em um quarto/depósito. (Não pagamos nada)

Fomos pela lancha Andes para a isla. Depois de quase 2h desembarcamos no lado sul. o pessoal já vem intimando para pagar a taxa de entrada, como eu só tinha uma nota de 100 bolivianos, mesmo querendo pagar, dei o golpe da nota de 100 e não paguei. rsrs

Seguimos um garotinho bem simpatico. o Hostel dele era subindo a trilha... Chamava Las Islas.




Lugar limpinho, vista panorâmica e com restaurante. Tudo o que queríamos. Custou 30 bolivianos para cada. Banheiro até que era morno, mas a friaca do lugar, tinha que ser rápido para se enxugar.




Depois de instalados, da cervejinha, do pisco... fomos procurar um lugar legal para jantar. Subimos a trilha e demos de cara com um por do sol fantastico(eu estava sem camera, o anderson tirou) e paramos em um restaurante bem bonito (não lembro o nome, mas tem foto)




Comemos a melhor truta de todos os tempos junto com um vinho e de lá fomos dormir. Friozinho muito bom, céu estrelado...

Dia seguinte acordamos, comemos o desayuno no próprio restaurante do hostel e seguimos a trilha para o Lado Norte (antes paramos em um mirante).

Agora simplificaram, em vez de voce ficar pagando boleto todo povoado que passa, fizeram um só e estão cobrando 15 bolivianos.




Diferente do ano passado, a Isla essa época do ano estava com um ventinho mais frio. Ano passado entramos na agua, dessa vez não deu rs. No lado Norte colocaram uns totens informativos, conhecemos 3 brasileiros e que mais para frente encontraríamos em Copacabana e em La Paz. Vizinhos do Willian e do Fabio.






E como em 2010 a Isla continua linda



Chegamos no Lado norte por volta do meio dia. Não tinha barco (só 1:30). A vantagem de estar em 7 pessoas conseguimos fretar um barco para Copacabana. Em vez de pagar 25, pagamos 40 cada e conseguimos chegar em Copacabana a tempo de almoçar e tomar uma ducha no hostel. (O cara cobrou 60 bolivianos do quarto para todos tomarem banho).




No restaurante com nossos novos amigos brasileiros, apareceram o Sandro e o Junior que voltavam de Machu Picchu. Agora estávamos todos reunidos.




Os brasileiros seguiram para Cusco e nós para La Paz. Mas cade o Sandro e o Junior ? Eram 18h e nada dos dois que estavam com nossas passagens. Até o cara do bus deles vieram perguntar pelos dois. O dono do hostel que nos vendeu a passagem já tinha nos reconhecido (compramos 4 bilhetes) e já estávamos quase embarcando quando la no horizonte aparecem os dois perdidos que nem sabiam o que estava acontecendo. rs

Chegamos em La Paz, ao Hostel Millenio, por volta das 9h. Ainda deu tempo de ir jantar no Brosso.

+ FOTOS: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150580971004812.407049.576754811&type=1&l=5150fa3237

Cholitas Wrestling - La Paz



Depois de fecharmos o passeio para o Huayna Potosi, ficamos de bobeira por La Paz.

O esquema era futebol ou luta livre de cholas. Futebol de lá é uma porcaria e aqui é o que mais tem, sobrou: Luta Livre !!!

Pegamos um táxi para o Multifuncional de El Alto. Deu 30 bolivianos. é longe. Tem um bus que faz o serviço. mas achamos que para voltar seria tranquilo. Compramos os ingressos na hora tambem.

O ingresso dá direito a area vip, aonde os lutadores caem ahaha, um refrigerante, banheiro, pipocas e uma miniatura de chola.

O Ginásio é bem precário, os turistas ficam a maioria separados dos locais. Ficamos em cadeiras plasticas quase ao lado do ringue. Nas arquibancadas, as crianças predominam e tambem tem torcedores mais velhos que xingam pra caramba rsrss

Não vou falar muito das lutas para não estragar a surpresa. mas se voce tem um dia livre por La Paz, vale a pena conhecer e dar boas risadas.



Eles nos tratam muito bem. Os banheiros são externos, um segurança nos acompanha até a porta e como não fomos no bus, taxi para voltar ali é dificil. O segurança nos acompanhou e pagamos uma van (2bolivianos) até próximo a rodoviária.

Diversão é garantida;

mais informações: www.cholitaswrestling.com

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

La Paz - Bolívia - 6º e 7º dias




Nossos dias em La Paz estão chegando ao fim !

Logo após o desayuno, o bus veio nos buscar na pousada para os passeios em Chacaltaya e no Vale de La Luna.

No Bus, para variar, mais brasileiros rsss...
Mas, o mais engraçado era um casal. Eu e o Anderson, com frio e levando mais blusas e o casal lá: chinelo, bermuda e a menina, all star, blusinha. Eu achei que eles moravam na região da Escandinavia, mas não, eram dois turistas sem noção hahahahah

Chegamos no Chacaltaya ! o Vale é muito bonito. Ali já foi a estação de esqui mais alta do mundo, hoje sofre com o aquecimento global. Para vocês que não estão nem ai para o Meio Ambiente e a Natureza, não se preocupem que logo mais afetará a gente tambem.

Lembram do casal ? hahahaha subiram 20m e voltaram para a van
Friozinho e a altitude ali pesam. Subimos uns 200m e estavamos no cume. Para a gente foi fácil, já estamos aclimatados e acostumados... quem diria.
Chegamos no topo, 5.392m. Parecia que o Huana Potosi estava do ladinho. O Huana ficou para o ano que vem ;)

Brincamos um pouco com o restante da neve que tinha por lá. Mesmo pouco, fiquei satisfeito e feliz. Fomos para outra ponta, vimos uma laguna, vermelha alaranjada muito bonita.

Depois descemos o morro, brincando. hahaha e o casal dentro da van. muitos sem noção, dou risada até agora.

Do Chacaltaya fomos para o Vale de La Luna. Passamos por La Paz novamente, um casal dos baianos ficaram por lá e o restante foi conosco. muito gente fina todos.

O vale de la luna, voce paga entrada tambem, são varias formações de argila, acho que moldadas pelo vento e chuva. embaixo existem rios, e a guia citou até o nosso vale de la luna na chapada dos veadeiros :) muito simpatica com a gente. disse que já trabalhou com muitos brasileiros.

Ali no Vale de La Luna é totalmente ao contrário de chacaltaya, muitooo calor. levem bastante agua.

Na volta fui levar meus arquivos para revelar. escolhi rapidamente 400 fotos e a noite retornava para retirar. Do nada paramos para dar um trato em nossas botas. Estava feia a situação. O cara cobrou 2 bols, mas eu dei 6 porque a minha estava do mal.

Jantamos no Brosso para variar. Claro que cada dia era um prato rss.

Dia seguinte levantamos para só fazer compras ! Meu voo era as 16h e o Anderson iria de Bus a noite para Copacabana tambem.

Fomos primeiro comprar roupas de lhama e frio. Muito barato, compensa.
Depois fomos a Calle Lhampu comprar equipamentos e roupas de frio. Atenção a roupas da North Face, tem a versão coreana e a chinesa, a coreana é mais barata, mas as costuras não são seladas. Uhuuu agora sim, temos um agasalho The North Face rsss Tambem comprei algumas coisas na Tattoo (muito cara). Na propria Lhampu tem umas 5 ou 6 lojas que vendem, só sair pesquisando. Fui buscar a minha camera e tive a noticia que o cara não conseguiu arrumar e pior, piorou tudo. Bom, ela serviu para um propósito e foi mandou bem.

Arrumei minhas coisas no hostel, deixei umas coisas para aliviar o peso, despedi do pessoal e segui para o aeroporto, só 25 bols até lá.

O voo ate cochabamba demora 25 minutos. A passagem a tam tinha me dado porque meu destino original era La Paz e eles cancelaram a rota. A passagem custa uns 150 reais. acho que compensa.

De volta a Cochabamba, fiquei duas noites e dois dias. A primeira noite, fui em 3 baladas, primeiro Casa Blanca, depois uma com musica latina que me deu um branco agora e finalizamos numa tal de Pimenta, essa ai foi morte cerebral. tequila a 20 bols... uh lala ainda rolou um rock and roll. Fui torto para o hotel.

Dia seguinte fui procurar o Anderson e mostrar um pouco da cidade para ele. Saimos eu, ele e minha amiga que trabalha no Casablanca. Ele tambem percebeu que ali o transito é melhor, as pessoas são mais alegres e jovens. Resumindo o calor e aquele monte de Pub e bares, animam qualquer um. rsrs

A noite fui no casablanca mais uma vez, dei umas voltas proximo ao Hotel monteserrat (www.hotelmonserrat.com) tem vários bares. e capotei.

Ultimo dia da trip, ainda restava alguns bolivianos em mãos e resolvi sair para comprar mais umas coisas para Duda, mãe, irmãs e pai. Me despedi do Anderson, da Nati e segui meu rumo até o Aeroporto !!

Assim termina minha trip, ainda deu tempo de dar risadas dos sacoleiros que vinham do Paraguai preocupados em passar na alfandega no Brasil.

Considerações Finais:
* La Paz você come muito bem, não passei mal em nenhum momento, só de comer muito rss. Lembre-se, 40 bols são 10 reais, aonde você come por 10 reais no Brasil ? se você ficar procurando lugar para comer por 10/15 bols é a mesma coisa que voce ir comer no centrão de SP, pode ser que voce passe mal ou não. eu não quis arriscar.

* Ande e abuse de taxi. Muito barato por lá

* Nas baladas, cuidados com seus pertences, uns 5 bolivianos comentaram comigo pra ficar de olho, só não avisaram uma boliviana que estava no grupo, a carteira dela sumiu.

* Quando falam para você ir de chinelo em La Paz e comprar tudo, realmente é verdade. vá com uma mochila velha ou então vazia. Para voltar, o peso permitido são 30kg.

* Meu visa money foi bem útil. Principalmente se voce precisar fazer uma transferência ou um doc da sua conta para a agencia de cambio e recarregar o cartão. O cartão não aceita depositos de terceiros.

* Não esqueça o protetor labial, algo para hidratar ou desbloquear as narinas é importante tambem. A gente dormia com uma toalha molhada para aliviar aquele clima seco.

* Salkantay foi difícil no começo, mas não é impossível para quem não está acostumado com trilhas. teve um pessoal que fez a primeira trilha na vida.

* Meu celular TIM funcionou somente na Bolivia, porém tem que ativa-lo antes. Mesmo a telefonista falando que não funciona, funciona !

* Adorei todos os países, cada um tem sua particularidade, seus costumes. fui bem tratado em todos, vale respeitar.

E ano que vem estarei retornando, ainda não tenho o roteiro completo, mas está incluso: La Paz com o Huana Potosi, Isla del Sol, Cusco e Choquiquerao, Arequipa, Ica, Copacabana e Vila Tunari e outros. Marquem ai na Agenda, setembro de 2011.

o que eu for lembrando, vou atualizando aqui.

Valeu aos amigos que me ajudaram na criação do roteiro: Rê Maciel, Quel, Tato, João e outros do www.mochileiros.com

Abraços e feliz pra caramba por esse sonho realizado

Raffa



Huana Potosi


Para o alto  e avante - Chacaltaya


Maior montanha que já subi, até então. - 5392m

Criança que nunca viu neve é assim rs


quero uma casa assim

Vale de la luna


Vale de la luna


Anderson trabalhando de zebra em La PAz




FOTOS: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150558085934812.404122.576754811&type=1&l=1525f9a95b

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

La Paz - Bolívia - 4º e 5º dias

Nosso quarto dia em La Paz, Anderson tinha fechado o pacote de downhill e eu resolvi capotar no hostel.

Umas onze horas eu levantei e fui atrás de um conserto para nossa camera, havia visto um no dia anterior. Deixei nossas cameras por lá.

Tambem fui atrás de uma loja para revelar minhas fotos, pois já tinha um album comprado em Arequipa.

Aproveitei e fui ver alguns equipamentos de trekking. Uh lala, melhor parte. Mas não comprei nada.

Depois do almoço no brosso, fui escolher as fotos (400) em uma lan house. Peguei a camera do anderson, já estava funcionando, a minha ficou mais uns dias e nada resolveu, trouxe pior do que eu deixei lá. rsrs faz parte.

A noite dei um rolê sozinho no Mongo´s, conheci uns brasileiros e mais bolivianos. Dormi era 3 da manhã.

Dia seguinte, feriado 2 de novembro, finados ! Não conseguimos passeio para o Chacaltaya. Para não perder o dia, nem compras dava para fazer, tudo fechado. Fomos conhecer o dia de finados, no cemitério de La Paz.

As ruas próximas do cemitério ficam lotadas ! Muita gente, parece 25 de março no dias de Natal. Muitas barracas de comida e até uma que voce pode se pesar. Claro que fomos.

Outro detalhe, foram os policiais, passei tinham 2 pelotões, acho que o maior tinha 1.60, imaginei os trombadões daqui correndo deles. Aproveitei e tirei umas fotos ao lado comparando o tamanho. rsrs

Dentro do cemitério é uma festa. O cemitério deles é diferente, a maioria são gavetas, essas gavetas na parte da frente, ficam enfeites, fotos, miniaturas, muito bonito. Eles aproveitam para limpar, trocar flores e alguns até pagam musicos para cantar em frente do túmulo. Valeu o passeio.

Depois seguimos numa longa caminhada até o centro, vimos uns bonecos amarrados nos postes, não entendemos o que era. passamos por uma calle que eram várias barracas só de bebidas. Passamos nas Plazas.

Adivinhem aonde jantamos ? isso mesmo. no Brosso. Vocês aprendem rápido rsrs

Passamos na Calle sagarnaga e conseguimos fechar o passeio para o Chacaltaya e Vale de la luna para o dia seguinte. Iupi

Essa noite eu não sai. Meu figado estava cansado.


Volta por La Paz (Palácio)



Ruas próximas ao cemitério



Eu causando atrás dos policiais baixinhos




Cemitério


Um tumulo

O dia que eu morrer vou querer que toca Raul no dia do finados para mim






FOTOS: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150558043294812.404115.576754811&type=1&l=999888c0ae

La Paz - Bolivia - 3ºdia

Terceiro dia na Bolivia.

Anderson foi fazer compras e eu fiquei pela cidade. Como estávamos com uma câmera só, Anderson foi com ela.

Encontrei com a boliviana e ela me levou para caminhar e conhecer a zona sul de La Paz. totalmente diferente daquela La Paz que conhecemos ali próximos a Yanacocha, Plaza Murilo e adjacências.

Fizemos uma caminhada pelo meio das montanhas, cheguei a ver o vale de la luna. Mas não quis ir, porque iria no dia seguinte com o Anderson. E como tem morro ali naquela região. Deu para ver tambem um rio bem poluído.

Depois do passeio, fomos almoçar no BROSSO, Av. 16 de Julio, 1473. òtimo lugar para almoçar e tomar sorvete. Tanto que depois levei o Anderson lá e acabamos jantando todos os dias. Comida muito boa por 40/45 bolivianos.Nem 15 reais e aceitava cartão.

Depois de almoçar ainda demos uma volta pelo mercado de rua de La Paz. Muitas frutas, peixes sem gelo, carnes ao ar livre, tinha de tudo. Tambem estava acontecendo umas manifestações de dança e musica na av 16 de julio que eu não descobri o que era. mas muito bonito tambem

Anderson ainda foi assistir um jogo de futebol que acabou 4x4, eu tirei um cochilo.

A noite levei ele para jantar no Brosso, tambem curtiu pra caramba. Se esbaldou nos sorvetes.

Depois de lá fui conhecer com a Dani borracha, o Mongos e era helloween. Pessoal andava fantasiado na rua e dentro dos pubs.
O Mongo´s tambem curti, apesar que é bem pequeno. De lá fomos para o hard rock novamente. Cheguei as 5 da manhã. La Paz para quem bebe é uma tentação. Chopp de 1l 30 bolivianos, tequila 22 bolivianos. aiaiaiai perdi celular, perdi o figado... ainda bem que estava com o cartão do hostel no bolso. Não tinha perigo de se perder igual no Atacama.

E assim terminou mais uma noite em La PAz.


Feira


Jogaço



Fotos by Anderson
FOTOS: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150558043294812.404115.576754811&type=1&l=999888c0ae

La Paz - Bolivia - 1 e 2ºdias



Chegamos em La Paz ja era de noite. Procuramos o hostel Copacabana, estava todo fechado (depois fiquei sabendo que ele fecha a noite e ninguém pode sair ou entrar), tô fora. O taxista nos levou até a Calle Yanacocha, ali conhecemos o Hotesl Milenio, por fora não parecia muito bom, engano nosso, atendimento muito bom, quartos limpos e 30 bolivianos por dia. Alias saudades da Silvia, Efraim e Mari, o pessoal que trabalha no hostel.

Assim que o dia amanhaceu, eu e o Anderson saimos na missão de procurar algum lugar para arrumar nossas cameras. O restante da turma foi fazer outro passeio.

Andamos bastante e nada de uma assistência técnica. Nos indicaram uma feira de eletrônicos e mercado negro: Eloy Mendes. Paraíso da muamba, para quem é de Sampa é como se fosse uma galeria pajé na rua. Compramos uma nikon por 100 dolares (aqui custa uns 290 reais no mercado livre). Voltamos felizes para a pousada e com todo cuidado do mundo com a camera nova.

Chegamos na pousada, fechamos o passeio para Tiwanacu (50bols).

Anderson foi dormir e eu sai com a Raquel no hard rock, estava vazio. Mas achei legal o local. Demos algumas risadas.

Dia seguinte, eu e o Anderson fomos para Tiwanacu. Leva 1h e pouco para se chegar no sítio. Não esqueça de levar grana, pois precisa pagar entradas que não estavam inclusas. Nossa sorte foi um senhor de 75 anos e brasileiro que nos cambiou alguns dolares. Aliás esse Sr. comentou do mochileiros. com, disse que era o melhor guia de viagens, e olha que o Sr entendia do assunto, conhecia mais de 70 países.

Dentro de Tiwanacu não pode tirar fotos na parte fechada, eu como não uso flashs, sai dando uma de "migué" e consegui algumas. O sítio arqueológico é muito interessante, ainda estão escavando e restaurando. Vale a pena conhecer um pouco do povo que originou os Incas.

Detalhe, lembra da camera nova ?? não ela não quebrou, só acabou a bateria, nem estavamos na metade do passeio. Estávamos com sorte com as cameras.

Ai acabaram as fotos.

Voltamos para o Hostel, fomos jantar no Pollos Copacabana. Hmmm muito bom. De lá voltei sozinho para o Hard Rock e o Anderson para o Hostel.

Essa noite no hard rock estava lotadaço ! Tem muitos gringos e tambem bolivianos, acabei conhecendo uma boliviana, a Dani, muito simpática e me apresentou para a galera dela.

ai dança vem, dança vai... começa a tocar funk carioca, sim aquele da tropa de elite, eguinha pocotó e etc.... Todos olharam para mim, acho que pensaram que eu ia descer até o chão ou algo assim... ahahha dei risada, xinguei o dj e sai de fininho para pegar outro copao de 1l de chopp.

Voltei de taxi para o hostel, chapado umas 5 da manhã.

DICA HOSPEDAGEM:
Hostel Milenio - Calle Yanacocha, 860
591-2-2281263
hospedajemilenio@hotmail.com
Falar com a Silvia



Tiwanaco - totem maior




Museu em Tiwanaco




Mumia em Tiwanaco


Tiwanaco parte externa




Tiwanaco




Dizem que recarrega as energias








FOTOS DESSE DIA: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150558024194812.404111.576754811&type=1&l=1174e9084f