Eu que decidi viajar, eu que escolhi conhecer, nada tenho a deixar, vender ou perder, porque aprendi a viver.
terça-feira, 14 de setembro de 2010
Pico das Prateleiras e parte baixa de Itatiaia
Fim de semana em Itatiaia no RJ.
Visitamos o pico das Prateleiras na parte alta do parque e no domingo a parte baixa, aonde visitamos a piscina de Maromba e a Cachoeira Véu da Noiva.
Nos hospedamos em Itamonte, no hotel thomaz: www.hotelthomaz.com.br
Site oficial do Parque de Itatiaia: http://www4.icmbio.gov.br/parna_itatiaia/
A trilha até o Prateleiras é tranquila para quem está acostumado. é bom levar cordas para fazer a segurança das pessoas.
Após a entrada no parque, caminha até a base do Prateleiras, passando pelo abrigo Rebouças, aonde pode abastecer de agua e tambem usar os banheiros.
Do abrigo até a Base do Pico leva mais ou menos uma hora. Chegando no pico, começa a subir pelo lado direito dele, hora por cima, hora por baixo de pedras.
Próximo ao cume, temos o pulo do gato e tambem um maciço de pedra para subir (por isso é bom a corda). Lá em cima estava sol e uma vista sensacional. Assinamos o livro, voltamos pela mesma trilha, com direito a parada em uma cachoeira no caminho.
A noite jantamos no Hotel Thomaz, demos boas risadas e a maioria foi dormir cedo. Claro que quem gosta de uma cervejinha, ficou acordado até mais tarde rsrs.
No domingo, saímos cedo para visitar a Parte baixa do Parque de Itatiaia. Tudo bem sinalizado e conservado. Achei estranho ter hotel e outras construções dentro de um Parque Nacional. Visitamos a cachoeira Véu da Noiva e a Piscina de Maromba. Muito bonitos e a agua estava geladaaa e refrescante. Tambem vimos macacos. Final da tarde, game over nosso passeio, voltamos para a van e seguimos para SP.
Fotos By Audrey e Kim
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150553810644812.403619.576754811&type=1&l=ef3535535f
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Travessia Aiuruoca x Baependi - MG
Abaixo vou dar algumas dicas e outras informações.
Normalmente o pessoal faz ao contrário essa Travessia, como tinha um grupo de amigos indo para Aiuruoca, aproveitamos e nos juntamos a eles no sábado na Cachoeira dos Garcias, uma das mais bonitas que já conheci:
Em Aiuruoca, ficamos de sexta para sábado na pousada do Frank, um antigo casarão, bem simples mas com hospitalidade sensacional. O Frank mora ali com sua familia. Contato: 35-334412-30 - Frank - Custo R$20 com café
O Frank conseguiu o contato do Marcus, da Ajuru, que tinha uma kombi e faria nosso resgate no Bairro da Vargem em Baependi na terça feira. Outra pessoa sensacional, ele nos deixou na trilha mais "fácil" para o Papagaio e na terça estava lá no horário marcado. Contato: 35-9944-1601 ou 35-3344-1601
Sábado de manhã curtimos a Cachoeira dos Garcias (vídeo acima) com nossos amigos e por volta do meio dia saímos para almoçar em Aiuruoca, no restaurante 2 Irmãos. Comida mineira dispensa comentários.
Depois voltamos para a pousada e nos preparamos para começar a travessia. Saímos um pouco tarde, por volta das 14:40 e começamos a subir em direção ao Papagaio às 15h e alguns minutinhos.
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| Inicio da travessia com o Pico do Papagaio a frente |
Vídeo no cume do Pico do Papagaio
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| Daniel Sam no cume do Papagaio |
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| Retiro dos Pretos |
Foi dificil achar a entrada da trilha da mata, então acampamos por ali mesmo, já que tinha agua e era bem plano. Melhor coisa que fizemos, depois tivemos que atravessar muito mata fechada.
Na segunda o dia rendeu poucos km, pois tivemos que abrir muito o mato e nosso gps dava alguma diferença de alguns metros, o que levava alguns minutos para achar o caminho certo.
Passamos por um poço, alguns aproveitaram para tomar um banho rsss outros só olharam. Mais alguns minutos a frente a primeira cachoeira grande, sem nome. Foi o primeiro contato com pessoas, era um grupo da Pisa tur que estava ali, vindo da pousada do lado de lá.
Vídeo da cachoeira:
Nossa missão era passar a Juju para ficar mais próximo do trecho final, o Morro do Chapéu.
Infelizmente ou felizmente não conseguimos e pegamos o por do sol no morro bem de frente a Cachoeira da Juju, Lugar fantástico, só para nós.
A cachoeira da Juju
Vídeo da Cachoeira do juju
Terça de manhã desmontamos nosso acampamento, seguimos rumo ao Chapéu. O trecho tambem foi com altos e baixos, seguindo o curso do rio que forma a Juju. Encontramos um guarda parque, que foi útil para avisar o cara da kombi que chegaríamos atrasados, umas 2h.
A caminhada até o Morro do Chapéu foi longa e no ritmo forte. Infelizmente não deu tempo de subirmos o Cume, ficou para a próxima. Apartir dai foi uma descida sinistra, bem demarcada. Chegamos no bairro da Vargem por volta das 14h. Um rápido pit stop em um bar e a kombi já estava lá para nossa alegria.
Lugar mágico, pouco explorado e conservado graças a Deus.
O que nos entristeceu, foram as queimadas que vimos do Pico do Papagaio e alguns morros que já estavam se recuperando dos recentes incêndios.
Mas a Natureza é forte e a vida cresce, mesmo com a estupidez humana. Ainda bem.
MINHAS FOTOS: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150534759954812.400778.576754811&type=1&l=fc21201241
+ Relatos de quem foi comigo:
Fábio> http://www.mochileiros.com/travessia-aiuruoca-baependi-sem-limites-trip-s-t47102.html
Sandro> http://www.mochileiros.com/travessia-da-serra-do-papagaio-minas-gerais-t48353.html
Equipos: Mochila Arcteryx bora 80, barraca falcon 2, headlamp guepardo, saco de dormir micron x lite nautika, bota torres snake, bastão caminhada, meias, camelback e fleece Quechua, Abrigo Trilhas e Rumos. Comida: Arroz saquinho, feijão caixinha, Carne c batata e cenoura Swift, linguiça defumada, cebola, provolone, salame, bis, bala de goma, pão sírio, cappucino, pao italiano, queijo polhenghi, 1 garrafa de plastico com vinho, clorin
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Travessia Saco das Bananas - Ubatuba - SP
Trilha por praias quase desertas no litoral norte de São Paulo.
Primeira trilha e camping selvagem de alguns,um colombiano vindo de Campinas na ultima hora, galera estava animada. O mau tempo na previsão não assustou ninguem. O plano inicial era subir o Corcovado mas nublado não rola, então escolhemos outro passeio.
Começamos na sexta a noite, tempo aberto, sem chuvas como havia sido alertado pela previsão. Acampamos na praia de Caçandoca, próximo ao rio por volta da 2h da manhã. Depois de alguns comerem e outros beberem, fomos dormir. No sabado pela manhã caiu uma leve chuva.
Assim que terminou, o colombiano Jaime deu um mergulho, outros ficaram tomando café, desmontamos o acampamento, deixamos um carro na Praia de Tabatinga, voltamos e seguimos pelo costão até a Praia de Caçandoquinha.
Logo no primeiro riozinho, mergulhei minha bota para a alegria do Fabio que tirava um sarro.
O costão foi tranquilo, apesar de ser o caminho mais dificil, a maré estava baixa (tem outra trilha, atravessando o lago e subindo o morro).
Passamos pela Praia da Caçadoquinha, estava deserta assim como a Praia da Raposa. Nenhuma alma. Só nós e muita sujeira trazida pelo mar.
Depois da Praia da Raposa, começa a caminhada. Entramos na trilha, subirmos e descemos alguns morros e chegamos no Saco da Bananas,o próprio nome ja diz, muitas bananeiras no caminho, senão me engano fizemos o percurso em umas duas horas de caminhada com as paradas.
No Saco das Bananas, tambem estava deserta, fizemos um breve lanche e continuamos a trilha morro acima até nosso destino, Praia do Frade ou do Simão.
A Praia do Simão estava deserta tambem. Só nós e umas galinhas. As ondas eram gigantes, devido a ressaca. Até os borrachudos estavam em minoria
Montamos nosso acampamento próximo a uma casa que tem uma pia na praia.
Depois que todos montaram suas barracas, fomos fazer a janta. Arroz, feijão para uns, miojo para outros, rolou bacon e linguiça tambem. De barriga cheias, achamos uma arvore caida no chão que nos serviu de poltrona até altas horas da madrugada. Rolou uma garrafa de orloff e outra de cachaça do alambique, depois de muitas risadas, bis branco, chocolates, os mortos de fome Raffa e Fabio fizeram uma janta na madrugada. Enquanto o outro Rafael, Ariel ensinavam a Di a andar devido ao estado alcoolico da mesma.
Domingo, não estava sol, então a maioria dormiu até tarde, umas 11 horas. Cada um foi acordando, montando seu café. Eu fui dar um role nas pedras com o Fabio. O mar estava furioso.
Saímos pela mesma trilha que chegamos, só que viramos a esquerda sentido Praia da Lagoa. Devido ao horário resolvemos pular uma das praias, a escolhida foi a Mansa. Passamos por uma bifurcação que levava a Lagoa, mas não se preocupe que mais para frente tem outra bifurcação. Saimos numa casa de pescadores, com cachorros, patos, bodes e etc. Um rapido pit stop na Lagoa e seguimos sentido Ponta Aguda, agora a trilha já virou uma estrada. Em ponta aguda chegamos e tambem estava deserta, nem o quiosque estava aberto para nossa tristeza.
Então, continuamos pela estrada sentido a Praia de Tabatinga. Subimos o morro, paramos para tirar uma foto da paisagem no mirante, vimos de longe a Praia da Figueira, mais para frente tinha a trilha que levava a praia, passamos direto. Final da estrada, lado esquerdo, fomos sentido a praia da Tabatinga aonde estava um dos carros.
Na Tabatinga estava tudo fechado, conseguimos fazer o sr. abrir uma lanchonete, e comemos altos pastéis. Aquela hora baixou um frioooooo. Depois dos pastéis, fomos buscar o outro carro que tinha ficado na caçandoca, voltamos e partimos para Sampa. Estrada tranquila, frio e realizados por um fim de semana em praias desertas e pessoas sensacionais.
MINHAS FOTOS: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150534709744812.400772.576754811&type=1&l=4b5781014a
Fotos Diana:
http://picasaweb.google.com/disspab/UbatubaAgosto?authkey=Gv1sRgCLCL79GPs-K0wQE#
Fotos Vivi: http://picasaweb.google.com.br/vivimar2005/TrilhaSacoDasBananasUbatuba#
Primeira trilha e camping selvagem de alguns,um colombiano vindo de Campinas na ultima hora, galera estava animada. O mau tempo na previsão não assustou ninguem. O plano inicial era subir o Corcovado mas nublado não rola, então escolhemos outro passeio.
Começamos na sexta a noite, tempo aberto, sem chuvas como havia sido alertado pela previsão. Acampamos na praia de Caçandoca, próximo ao rio por volta da 2h da manhã. Depois de alguns comerem e outros beberem, fomos dormir. No sabado pela manhã caiu uma leve chuva.
Assim que terminou, o colombiano Jaime deu um mergulho, outros ficaram tomando café, desmontamos o acampamento, deixamos um carro na Praia de Tabatinga, voltamos e seguimos pelo costão até a Praia de Caçandoquinha.
Logo no primeiro riozinho, mergulhei minha bota para a alegria do Fabio que tirava um sarro.
O costão foi tranquilo, apesar de ser o caminho mais dificil, a maré estava baixa (tem outra trilha, atravessando o lago e subindo o morro).
Passamos pela Praia da Caçadoquinha, estava deserta assim como a Praia da Raposa. Nenhuma alma. Só nós e muita sujeira trazida pelo mar.
Depois da Praia da Raposa, começa a caminhada. Entramos na trilha, subirmos e descemos alguns morros e chegamos no Saco da Bananas,o próprio nome ja diz, muitas bananeiras no caminho, senão me engano fizemos o percurso em umas duas horas de caminhada com as paradas.
No Saco das Bananas, tambem estava deserta, fizemos um breve lanche e continuamos a trilha morro acima até nosso destino, Praia do Frade ou do Simão.
A Praia do Simão estava deserta tambem. Só nós e umas galinhas. As ondas eram gigantes, devido a ressaca. Até os borrachudos estavam em minoria
Montamos nosso acampamento próximo a uma casa que tem uma pia na praia.
Depois que todos montaram suas barracas, fomos fazer a janta. Arroz, feijão para uns, miojo para outros, rolou bacon e linguiça tambem. De barriga cheias, achamos uma arvore caida no chão que nos serviu de poltrona até altas horas da madrugada. Rolou uma garrafa de orloff e outra de cachaça do alambique, depois de muitas risadas, bis branco, chocolates, os mortos de fome Raffa e Fabio fizeram uma janta na madrugada. Enquanto o outro Rafael, Ariel ensinavam a Di a andar devido ao estado alcoolico da mesma.
Domingo, não estava sol, então a maioria dormiu até tarde, umas 11 horas. Cada um foi acordando, montando seu café. Eu fui dar um role nas pedras com o Fabio. O mar estava furioso.
Saímos pela mesma trilha que chegamos, só que viramos a esquerda sentido Praia da Lagoa. Devido ao horário resolvemos pular uma das praias, a escolhida foi a Mansa. Passamos por uma bifurcação que levava a Lagoa, mas não se preocupe que mais para frente tem outra bifurcação. Saimos numa casa de pescadores, com cachorros, patos, bodes e etc. Um rapido pit stop na Lagoa e seguimos sentido Ponta Aguda, agora a trilha já virou uma estrada. Em ponta aguda chegamos e tambem estava deserta, nem o quiosque estava aberto para nossa tristeza.
Então, continuamos pela estrada sentido a Praia de Tabatinga. Subimos o morro, paramos para tirar uma foto da paisagem no mirante, vimos de longe a Praia da Figueira, mais para frente tinha a trilha que levava a praia, passamos direto. Final da estrada, lado esquerdo, fomos sentido a praia da Tabatinga aonde estava um dos carros.
Na Tabatinga estava tudo fechado, conseguimos fazer o sr. abrir uma lanchonete, e comemos altos pastéis. Aquela hora baixou um frioooooo. Depois dos pastéis, fomos buscar o outro carro que tinha ficado na caçandoca, voltamos e partimos para Sampa. Estrada tranquila, frio e realizados por um fim de semana em praias desertas e pessoas sensacionais.
MINHAS FOTOS: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150534709744812.400772.576754811&type=1&l=4b5781014a
Fotos Diana:
http://picasaweb.google.com/disspab/UbatubaAgosto?authkey=Gv1sRgCLCL79GPs-K0wQE#
Fotos Vivi: http://picasaweb.google.com.br/vivimar2005/TrilhaSacoDasBananasUbatuba#
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domingo, 25 de julho de 2010
Cachoeira das Escadarias - Votorantim-SP
Fim de semana sem nada programado, aproveitei que o grupo de CS de Sorocaba organizou uma trilha noturna para a Cachoeira das Escadarias em Votorantim e me joguei para aqueles lados.
A Cachoeira faz parte do Circuito Turistico de Itupararanga, que alem de outras cachoeiras tem a represa do mesmo nome e outras pequenas barragens.
"Uma das mais belas e charmosas cachoeiras da cidade, conta com uma escadaria de pedras com 194 degraus que chega até a majestosa cachoeira de aproximadamente 30 metros de queda. Segundo histórias contadas por moradores da cidade, a escadaria de pedras foi construida pelos primeiros proprietários do grupo Votorantim para que suas familias tivessem acesso e pudessem se divertir."
A trilha tem várias entradas, nós começamos logo após um aterro. Normalmente se gasta 3h de trilha, mas como a maioria era iniciante. Levamos algumas horas a mais. Entramos na trilha às 17h e fomos chegar no local do acampamento só as 22h. Total 24km ida e volta
Trilha com sobe e desce, outras pequenas e médias cachoeiras no caminho, bosque de eucaliptos, pasto, pouco de lama e varias paisagens muito bonitas.
Tracklog da trilha: http://raffasp.multiply.com/journal/item/40/Tracklogs (votorantim2)
FOTOS DA TRILHA: https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150534672664812.400765.576754811&type=1&l=fba07255b0
domingo, 6 de junho de 2010
Pico da Bandeira e Alto do Caparaó
Feriadão de Corpus Christi, destino: cidade do Alto do Caparaó em MG. Sonho realizado n.12: Nascer do sol no Pico da Bandeira, 2.892m, Terceiro maior pico do Brasil.
Postei um tópico aqui no mochileiros e outro no site de couchsurfing convidando outros aventureiros. Confirmados de SP: Eu, Ju, Sandro, Suzana, de BH, lockar, Roque (pai dele) e um amigo, a Ana de Brasilia e o Ivaldo que apareceu no ultimo dia. Na sexta feira, encontramos com o Andre Taka com uma turma acampando no Tronqueira.
Quarta feira saímos do Tiete no bus da Itapemirim ás 19h, sentido a cidade de Manhumirim em MG. Chegamos na quinta feira 8h da manhã. Sem trânsito e várias cochiladas no bus. Na própria rodoviária pegamos um bus (empresa Rio Doce) para Alto do Caparaó, saímos as 8:30 e 9:15 já estavamos em Alto do Caparaó.
Parada para um lanche, durante o percurso, avistamos vários cafezais, deu uma vontade imensa de tomar café e na lanchonete nada. Fechamos com o jipeiro Moacir para nos levar até o Camping Tronqueira. 50 reais a viagem. Ao ficar sabendo do meu lamento por um café, entrou no supermercado comigo, foi nos fundos e pediu um cafezinho para o funcionário que prontamente me ofereceu e bebi como se fosse o nectar dos Deuses. De alma lavada com café. Montamos no Jipe e seguimos...
A neblina surgiu no meio do caminho, inclusive uma leve garoa. Nada que assustasse.
Chegamos no primeiro Camping, o Tronqueira. Lugar bonito, com grama, quiosques, bancos e um mirante. Fomos montar a barraca do lado de um quiosque coberto e que foi muito útil. Haviam poucas barracas.
Depois de montar tudo, chegou o restante da turma, os mineiros e a brasiliense Ana. Ajudamos a montar as barracas, e já planejamos ir visitar a cachoeira bonita e o vale encantado.
Trilha fácil e bem demarcada até a Cachoeira Bonita. E o nome dela, já diz tudo. Para começar a trip, começamos bem. Pena que estava muitoooo frio para entrar naquela agua. Nenhum corajoso(a) entrou. Meia hora depois, seguimos até o Vale Encantado. Mesmo caminho que leva até o Terreirão.
O Vale também é muito bonito, é encantado mesmo. O sol brigava com a neblina enquanto tirávamos fotos. Ficamos ali alguns minutos e voltamos para o camping. Já eram 16:30.
Hora de fazer o rango. O quiosque foi muito útil. Mesa, banco, cobertura e do lado das barracas. Menu: Arroz, feijão, calabresa, batata palha e bis de sobremesa.
Depois de jantar, ficamos ouvindo o pessoal tocar uma viola. Essa hora o céu estava estrelado. 20h e a temperatura era 9 graus. Resolvemos subir o pico aquela noite mesmo. Que céu. E tambem mais para frente voces verão que foi sorte subir esse dia. Deitamos algumas horas.
O alarme não tocou, e como tudo estava dando certo, chegou o pessoal de sampa, com o Andre do mochileiros e nos acordou com a bagunça. Deu tempo de acordar todos e arrumar rapidamente as coisas. Saimos do Tronqueira as 11:50. Muito frio.
Logo nos primeiros 20 minutos de trilha, já estávamos aquecidos e a maioria foi tirando os casacos.
A trilha até o Terreirão é tranquila, bem demarcada e sem muitas subidas fortes.Fizemos em menos de 2h.
Na chegada no Terreirão, um susto, tinha muitas barracas, muita gente,,,
Ficamos próximos ao banheiros, descansamos uns 50 minutos ali. Fizemos um leite quente e vimos vários grupos subindo para o cume.
Esse trecho é mais puxado e como anda por muitas pedras, tem o perigo de se perder, mas é só prestar atenção nas faixas amarelas pintadas nas pedras e tambem no pessoal a frente que vai seguindo na trilha. Os ultimos 200m é para matar o peão. Uma subida bem ingrime, guarde forças rss.
Chegamos ao cume as 5:20. Já estava cheio de gente se espremendo porcausa do frio, chegava a 0 grau. Lá em cima, não é bom chegar cedo, Tive que ficar para lá e para cá tirando fotos para o frio não pegar. Por sorte não ventava.
O espetaculo estava formado e iniciando...
Sol nascendo. Espetáculo !!
Sem palavras.. Uma visão que faz você pensar só em coisas boas.
se quiser ver em vídeo:
friozinho bão...
E o sol foi aparecendo e esquentando a gente.Muitos resolveram ir embora por volta das 6:30/7h. Preferimos curtir mais um pouco daquilo tudo, tiramos um cochilo entre as nuvens. E a sorte estava do nosso lado mesmo, aquela multidão tinha ido embora e o cume ficou para uma meia duzia de pessoas. Saímos do Pico às 9:40.
De bateria recarregadas, resolvemos voltar. A vista na volta também impressiona. De dia, as faixas amarelas ficam mais visíveis. Às 10:50 chegamos no Terreirão e aquela movimentação frenética de pessoas chegando e outras se preparando para dormir, Demos risadas de um povo que parece que leva a casa para o acampamento, mais algumas fotos e Tronqueira ai vamos nós.
No caminho vimos um grupo sofrendo. Os jegues não estavam lá em cima e resolveram descer com as coisas na mão. Enquanto um carregava uma malona e os colchoes nas costas, outro carregava 3 mochilas, uma em cada braço e as namoradas acompanhando. Eu acho que esse cara não sobreviveu. rsrs
A hora exata que chegamos no Tronqueira, não me lembro, mas passava do meio dia.
Encontramos com o André Taka, tambem do mochileiros.com . Eles estavam se preparando para subir para o Terreirão. Aquela hora, pensamos o caminho que eles iriam ter pela frente com aquelas mochilonas e para piorar uma ventania que soprava no Tronqueira. Ainda bem que nossa missão tinha sido sucesso total. rsrs agora era hora de descansar. Capotamos
A Su ainda viu o por do sol do mirante.
Nós acordamos só a noite, na hora da janta. Menu: arroz, feijão, peito de frango desfiado com milho e nescal ball de sobremesa .
Céu estava limpo, mas a ventania era intensa. Quase que o camping inteiro se preparava para subir até o pico. Ai que vem a sorte que tivemos de subir no primeiro dia, apesar de muita gente ter subido, na sexta p/ sab, subiu praticamente o dobro de pessoas e ventava muito.
Dormimos por volta da meia noite...
Sabadão de manhã acordamos em meio a risadas. Os mineiros tinha acordado mais cedo, por volta das 6 da matina. Pegaram no flagrante um bando de quatis invadindo uma barraca de mantimentos. Era tanta comida que os quatis se revezavam na festa lá dentro, E os mineiros como bom repórteres, não fizeram nada. só registraram. (em breve o vídeo) rsss Infelizmente, não consegui registrar a volta desse pessoal ao ver aquele rastro de açucar na porta da barraca.
Tomamos café, conversamos mais um pouco, os mineiros sairam mais cedos que nós. Abrimos um vinho, ligamos o som e começamos a desmontar as barracas.
Combinamos com o Sr. Moacir de pegar a gente lá no Tronqueira as 11h.
Deixamos felizes o PN do Caparaó e chegando na cidade, como tínhamos tempo, combinamos com um taxista de nos levar até a cachoeira das andorinhas.
A cachoeira das andorinhas é uma propriedade particular, custa 5 reais para entrar e vale a pena. Uma cachoeira muito bonita e vários poços.Nem vimos todos. Ainda comemos muitas frutas do pomar que tem por lá. Ficamos uma hora e pouco curtindo o visual.
Chegamos 15h na cidade, fomos almoçar no restaurante mineiro,10 reais para almoçar a vontade. Fomos ao delírio. Ainda deu tempo de comprar umas lembrancinhas na loja da frente, comprar café da montanha e pegar o bus para a cidade de Manhumirim.
Em Manhumirim, encontramos com os mineiros(carro deles quebraram e voltaram de bus) e outro camarada que desencontrou da gente la no PN do Caparao, mais algumas risadas e pegamos nosso bus às 18h destino selva de pedra, SP :)
Em Sampa, ainda tomamos um café da manhã de despedida e cada um foi para sua casa, um pouco cansado, mas mentalmente feliz, realizado e ainda sonhando com aquele sol nascendo.
Minhas fotos:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.10150534515409812.400744.576754811&type=1&l=5ad17dc617
Dicas:
- Vá preparado psicologicamente que o banho no camping é de doer os ossos.(meus berros foram ouvidos rsrs)
- Ao subir para o pico, leve agasalhos leves, os pesados leve na mochila, junto com uma camiseta reserva para trocar lá em cima. Inclusive meias, luvas, saco de dormir, isolante.
- Não esqueça pilhas reservas para a maquina e para a lanterna.
- Não deixe comida fora da barraca e nem comida desprotegida na barraca quando subir no pico.Senão os quatis irão agradecer.
- Não adianta chegar cedo no pico, lá faz muito frio para ficar esperando o sol nascer.
- Sr. Moacir, Jipeiro que nos levou até o Tronqueira: 32-8426-5737 (r$100 ida e volta)
- Sr. Ronã, taxista que nos levou até a Cachoeira das Andorinhas: 32-8405-4146 (R$50- ida e volta)
Nossos gastos e outras dicas: http://spreadsheets.google.com/ccc?key=0AiAtEJeNWiszdFQ4MnZEOFA0ZE5lYnNSLU55N1pKRFE&hl=pt_BR#gid=1
Tracklog das trilhas em GPS: http://www.clubedosaventureiros.com
Equipos: Saco de dormir s5 da quechua, isolante inflável da REI, barraca falcon 2, manta fleece trilhas e rumos, bastão de caminhada da quechua, polar 200 e 50 da quechua, stopwind trilhas e rumos, calça climatic da trilhas e rumos, bota torres da snake, meias polar da quechua, gorros curtlo, luvas quechua, balaclava, camisetas dry da cea, calça e blusa segunda pele da quechua, headlamp da guepardo, fogareiro nautika, mochila bora 80l arcteryx e mochila ataque 35l trilhas e rumos e GPS garmin HCx Vista
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